EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM CASA E NA ESCOLA

Ana Maria de Andrade

Cada vez mais caminhamos para a construção de uma sociedade inclusiva. A educação inclusiva é uma das muitas ações que buscam esta transformação social. É a prática pedagógica que procura perceber e atender as diferenças e necessidades de todas as crianças. Assim, vemos crescer o número de escolas que desejam se tornar um  lugar para todos, com espaços e métodos de ensino apropriados para receberem sem distinção a todos os alunos, com políticas que estimulam o respeito à diversidade e ao coletivo. Família e escola devem  trabalhar juntas por este ideal. A educação inclusiva se constrói a partir da primeira infância, tanto no meio familiar quanto escolar.

                   PROVÉRBIO RUSSO

Provérbio russo: "Se você sabe fazer cócegas em si mesmo, poderá rir quando quiser". Não se leve tão a sério. Diria: suporte as dificuldades na esportiva. Nada é tão ruim que não tenha seu lado bom. Não há monte sem descida. Não fique com  raiva, ria de seus erros e procure não cometê-los novamente. O direito de errar é tão normal quanto o desejo e a obrigação de acertar. Um poeta latino, quase contemporâneo de Jesus, chamado Marcial, tem este verso: "Ri de ti, se és sábio". Não significa que somos palhaços. O provérbio russo ensina que somos capazes de transformar pesadas lágrimas de tristeza em grossas lágrimas de alegria. Isso depende de cada um, independentemente do lugar em que se encontre.

                Frei Clarêncio Neotti, OFM

O LUGAR DO ESSENCIAL

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O Essencial é tudo aquilo que não pode não ser, tudo aquilo que dá verdadeiro sentido à nossa existência: amizade, amorosidade, religiosidade, solidariedade, sexualidade, fraternidade, felicidade. O Fundamental é tudo aquilo que nos permite proteger o essencial e nos facilita existir: trabalho, tecnologia, conhecimento, dinheiro, matéria-prima. Muita gente se dedica com intensidade ao fundamental e relega a plano secundário o essencial. Trabalho, por exemplo, é fundamental, é uma escada para nos permitir chegar a algum lugar; ora, ninguém tem uma escada para apenas ficar sobre ela, pois serve para nos servir. Dinheiro é fundamental, dado que sem ele a existência hoje fica precária; porém, o dinheiro por si mesmo nada significa de essencial.


Mario Sergio Cortella


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PIB OU FIB?

Em sua posse, em 1972, o primeiro-ministro do Butão, pequeno país na Cordilheira do Himalaia, na Ásia, realizou uma mudança de paradigma na medição da felicidade de seus membros. A qualidade de vida medida pelo PIB (Produto Interno Bruto) seria medida pelo FIB (felicidade interna bruta). Este indicador seria baseado no padrão de vida, desenvolvimento cultural e educacional e ecologia. Estas metas foram alcançadas pelos butaneses que têm na própria Constituição a felicidade como meta principal do governo. Esperamos que estas metas sejam espalhadas por todo o mundo para que todos entendam que a felicidade implica um aspecto global do ser humano: o eu-interior, eu-social e eu-ambiente.

                            
Dra. Ely Barreto, Psicóloga

Bola Preta Sai às Ruas pela 100ª Vez para Abrir a Folia no Rio

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A atriz Leandra Leal, porta-estandarte do Cordão da Bola Preta

O Cordão da Bola Preta saiu às ruas na manhã de hoje (10/02) pela 100ª vez e abriu oficialmente o carnaval no Rio de Janeiro. O desfile conta com 5 carros de som e arrasta 1,5 milhão de pessoas. O Cordão da Bola Preta é o mais tradicional bloco de carnaval do Rio este ano comemora 100 anos abrindo oficialmente a festejo momesco, com sambas e marchinhas. O bloco desfila no centro, entre a Avenida Primeiro de Março e Presidente Antonio Carlos. Mauricio Mendes, de Bangu, zona oeste do Rio,27 anos, do bloco UGA UGA sai há 12 anos e diz que já virou tradição. Stefani Dória, 27 anos, saiu de Angra dos Reis, no litoral sul fluminense, para prestigiar o Bola Preta. Vestido de Rei Momo, Alessandro Silva, 43 anos, saudou o bloco afirmando que não troca o Bola Preta por nenhum outro. "Já está no sangue", brincou o folião. A atriz Leandra Leal e a cantora Maria Rita, porta - estandarte e madrinha do cordão, respectivamente, animam o público, enquanto Selminha Sorriso, é a musa do bloco. A atriz Cris Viana é outra atração do Bola. O presidente do bloco, Pedro Ernesto, agradeceu aos foliões e falou que sem eles o Bola Preta não estaria vivo. 
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CHEFS DE ALAGOAS REPRESENTARÃO GASTRONOMIA DO ESTADO EM CARRO ALEGÓRICO DA UNIÃO DA ILHA

Na próxima segunda-feira, 12 de fevereiro, quem estiver ligado no desfile da Escola de Samba União da Ilha do Governador, na Sapucaí, a partir das 22h, vai ter a chance de ver representantes da gastronomia alagoana em um dos carros alegóricos da escola que tem como tema este ano “Brasil Bom de Boca”. Wanderson Medeiros, paraibano radicado em Alagoas e o alagoano Guga Rocha, que ganhou notoriedade no programa Mais Você, da Globo, e mais tarde no programa Homens Gourmet, na Fox Life, foram convidados de Alagoas para representar o Estado no carro alegórico Botequim, o carro de encerramento do desfile. Os chefs estarão ao lado da Velha Guarda da Escola e de outros chefs renomados como Claude Troisgros, Emmanuel Bassoleil, Érick Jacquin, Danio Braga, Roberto Ravioli, Vitor Sobral, Roberta Sudbrack, Flávia Quaresma, Kátia Barbosa, Batista, Bel Coelho, Rodrigo Oliveira, entre outros. “Fiquei extremamente honrado e feliz com o convite para representar Alagoas na Escola que homenageia esse ano a diversidade da gastronomia brasileira”, diz Wanderson, que viajou ao Rio semana passada para ensaiar o enredo na quadra da escola. “Apesar de mais versado em forró, consigo me virar bem no samba”.  Com 3.200 componentes, 29 alas e cinco carros alegóricos, a União da Ilha será a terceira escola a desfilar na Sapucaí na segunda-feira.

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Guga Rocha 
Chefs de Alagoas representarão gastronomia do Estado em carro alegórico de escola de samba no Rio
Wanderson Medeiros



Agenda A

RELAÇÕES HUMANAS


Imagem relacionadaO ser humano não é uma ilha e precisa de seus semelhantes para ter uma vida equilibrada e feliz. Muitas vezes nem nos damos conta, mas a rua limpa pela qual caminhamos foi varrida por um gari, um ser humano; a verdura saudável que comemos no almoço, cultivada por uma pessoa, o agricultor, e a roupa macia que usamos costurada por uma mãe de família. Infelizmente, tomados pelo ritmo acelerado da vida moderna, não somos capazes de dar conta da grandeza humana que está em nossa volta. Passe a prestar mais atenção nas pessoas que fazem parte de sua vida. Em casa, converse e demonstre carinho por seus familiares. No trabalho, deixe que seus colegas encontrem em você um amigo. Na rua, aja com simpatia e gentileza. O desafio está lançado. Não tenha medo de assumir!

               
Frei Gustavo Wayand Medella, OFM

A BATALHA QUE DEFINIU A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Crédito: Divulgação
Céu aberto nas Ardenas permite o avanço letal dos aviões americanos
(Crédito: Divulgação)
O historiador inglês Antony Beevor, de 71 anos, é famoso por pesquisas que mudaram e até subverteram a visão sobre a Segunda Guerra Mundial. Em livros como “Stalingrado” (1998) e “Berlim 1945 – A Queda”, ele forneceu detalhes de documentos não pesquisados que demonstraram a força do acaso nas campanhas militares, tão importante quanto o planejamento dos generais. Assim, um fato improvável é capaz de mudar o destino de uma guerra e de uma nação.  Foi com a abordagem relativista que Beevor escreveu o livro “A Batalha das Ardenas — A Cartada Final de Hitler”, publicado em 2015 e lançado nesta semana no Brasil pela editora Planeta. Com base em arquivos militares e nas memórias de testemunhas, ele demonstra que a também chamada Ofensiva das Ardenas consistiu na causa essencial para a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial. Também o acaso fez o papel de protagonista.

“Os russos reivindicam até hoje que derrotaram sozinhos os alemães. Isso não é verdade” Antony Beevor, historiador (Crédito:Divulgação)
Beevor explica que escolheu o assunto para corrigir um erro histórico: a afirmação de Josef Stalin de que ele salvou os americanos quando invadiu Berlim. “Os russos reivindicam até hoje que derrotaram sozinhos os alemães. Isso não é verdade”, diz. “Vladimir Putin adora repetir isso. Mas a vitória americana nas Ardenas aniquilou a retaguarda alemã e permitiu que o Exército Vermelho logo depois atacasse o rio Vístula e alcançasse o rio Oder em apenas duas semanas.”
Outra lacuna que ele preenche é a da descrição dos crimes de guerra. Até então, os historiadores tentavam absolver os Aliados. Mas ambos os lados foram arrastados à barbárie. Beevor revela ainda a rivalidade entre os comandantes.

A Batalha das Ardenas constituiu o episódio mais brutal, dramático e decisivo no front ocidental durante a Segunda Guerra. Hitler se mostrava desnorteado — “como por efeito de drogas”, diz Beevor — por causa do atentado que sofrera em 20 de julho de 1944 e precisava mostrar força. Ordenou então um ataque surpresa que desmoralizasse as tropas estacionadas na fronteira com a Bélgica, sabidamente formada por soldados novatos. Dali, os alemães partiriam para a reconquista do porto de Antuérpia. Mas eles penetraram num vórtice de violência e confusão.  A partir das Ardenas, a Alemanha desmoronou: as fronteiras se desguarneceram, o que facilitou o ataque final.
“O maior erro da liderança nazista foi a soberba”, diz Beevor. Os estrategistas alemães subestimaram o valor de milhares de recrutas que resistiram à morte para permitir que os Aliados trouxessem reforços e pudessem finalmente conquistar a Alemanha.

IstoÉ

CIÊNCIA E RELIGIÃO DE MÃOS DADAS

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Ciência e religião, fé e razão, sempre tiveram uma relação conflituosa ao longo da história ocidental. Sempre que uma era hegemônica, esta negava a outra. Felizmente esta postura de exclusão recíproca está mudando. Francis Collins, cientista do Projeto Genoma Humano, assume a postura de que a ciência é a única forma confiável para entender o mundo da natureza, no entanto esta é incapaz de responder a questões como: Por que o universo existe? Qual o sentido da existência humana? O que acontece após a morte? E uma das necessidades mais profundas da humanidade é encontrar respostas para estas questões. Temos que valorizar todo o poder de ambas as perspectivas, a ciência e a religiosa, para buscar a compreensão do mundo de quem somos afinal! 

Leo Pessini, Camiliano 

A CORTE DAS CORTESIAS

A chegada de dom João ao Rio

Há 210 anos, em 22 de janeiro de 1808, aconteceu um "segundo descobrimento" do Brasil. Aportou em Salvador (BA), fugindo das guerras napoleônicas, a esquadra que trazia nada menos que 15 mil fidalgos da Corte Portuguesa. Escoltada pela Inglaterra, a "senhora dos mares" e tendo D. João à frente, os nobres logo se estabeleceram na capital da Colônia, o Rio de Janeiro. D. João ganhou de um traficante de escravos uma bela mansão na Quinta da Boa Vista. E no seu curto reinado brasileiro (ficou aqui até 1821) distribuiu mais títulos de nobreza do que em toda a história da monarquia portuguesa. O historiador Pedro Calmon (1902-1985) dizia que "para ganhar título de nobreza em Portugal eram necessários 500 anos, mas no Brasil bastavam 500 contos". 

Chico Alencar, autor de "Um Guia para a Redescoberta do Brasil", 
Ed. Vozes/RJ